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As primeiras fibras minerais vítreas foram desenvolvidas na metade do século 19 através da fusão e sopro de escória de altos fornos de siderurgia. Posteriormente, certos tipos de rochas também foram utilizadas no mesmo processo para a produção de fibras artificiais denominadas hoje em dia como lãs de rocha ou lãs de escória.

Essas fibras tornaram-se populares em todo o mundo na área de isolamento contribuindo para o aumento da eficiência da energia e reduzindo custos de operação.

Lãs de rocha e lãs de escória pertencem a um grupo de materiais historicamente conhecido como MMFV (“man made vitreous fibers”) refletindo a natureza vítrea e não cristalina desses materiais.

Nos últimos 30 anos, os fabricantes desses materiais investiram milhões de dólares em dezenas de testes e pesquisas em laboratórios independentes e universidades em todo o mundo. O objetivo desses testes e pesquisas era dissociar as doenças respiratórias ou câncer em humanos com a exposição a essas fibras. A importância e a consistência dessas pesquisas científicas comprovaram que as lãs de rocha e lãs de escória não causam quaisquer problemas de saúde em humanos.

Em Outubro de 2001, um comunicado emitido pela IARC (Internacional Agency for Research on Câncer) divulgou a conclusão desse órgão (*) de que as lãs de rocha, lãs de escória, fibras e lãs de vidro passavam a partir dessa data, a ser consideradas como “não classificáveis como cancerígenas para humanos” (Grupo 3).

ESTUDO DE REAVALIAÇÃO DE CÂNCER DEVIDO À INALAÇÃO DAS FIBRAS VÍTREAS FABRICADAS PELO HOMEM (Comunicado IARC)

A decisão do IARC (*) se fundamentou especificamente em estudos publicados durante 15 anos por cientistas de diversas nacionalidades de que não havia nenhuma evidência de aumento de riscos de câncer ou mesotelioma devido à exposição durante a fabricação desses materiais, além de inadequada evidência de quaisquer riscos de câncer.
(*) IARC é um órgão da Organização Mundial da Saúde.

A decisão do IARC é consistente com a conclusão das pesquisas da U.S. National Academy of Sciences, que no ano 2000 divulgou a conclusão de não haver significante associação entre a exposição às fibras e ao câncer de pulmão.