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Isotubos

Não deixe água entrar no seu isolante Térmico.

Desenvolvemos uma linha de tubos em Lã de Rocha THERMAX® destinada ao mercado externo, que atende às exigências e padrões das normas internacionais: ASTM C-547 e a BS-EN-13472 (referente a absorção de água). Consequentemente atende de forma mais eficiente às normas ABNT-NBR-11363 PETROBRAS N-1618 .

Passaremos a fornecer no mercado brasileiro esta nova linha de tubos isolantes em Lã de Rocha THERMAX® , que apresentam como principais vantagens:

Precisão dimensional:
. facilita a pré-fabricação do revestimento, devido ao perímetro circunferencial constante;
. ajuste perfeito de camadas sobrepostas (dupla camada), em espessuras superiores a 100mm;
a nova linha de ISOTUBOS segue o padrão internacional, com comprimento de 914mm(36").

Repelência à água:
. previne a absorção e retenção de água e, consequentemente, o risco de Corrosão Sob o Isolamento (CUI - Corrosion Under Insulation), grande preocupação nas indústrias;
protege o isolante da chuva, dissipando a água enquanto o revestimento metálico ainda não estiver colocado.

Maior resistência mecânica:
. produtos mais rígidos;
. facilita a instalação e diminui as perdas.

Disponível para diâmetros internos de tubulação de até 16":
rapidez na aplicação.

Garantia comprovada em exportações para os mais exigentes mercados nos últimos anos.

A Rockfibras à frente das mudanças e inovações para melhor atendê-los. Consultem-nos!

PEF

Diminui o risco do efeito Punking*

Desenvolvemos uma nova linha de painéis em Lã de Rocha THERMAX® - PEF destinada ao mercado de fornos, equipamentos em ambientes fechados e/ou enclausurados, que operem a altas temperaturas e que não possam, por questões técnicas, ter a taxa de aquecimento na razão de 50ºC por hora em seu primeiro aquecimento.

EFEITO PUNKING*

Efeito punking é uma consequência natural de o aglomerante oxidar, queimar e volatizar, quando o produto que o contém é exposto a altas temperaturas. Isso provoca um fenômeno de exotermia (liberação de calor de dentro para fora) no interior do produto isolante, devido à decomposição de componentes orgânicos presentes no material.

TEOR ULTRA BAIXO DE AGLOMERANTE>

Reduzimos o teor de aglomerante deste produto para evitar a oxidação acelerada durante o aquecimento do equipamento. Isto reduz, significativamente, o risco do efeito punking.

MENOR RIGIDEZ

Com a redução do aglomerante, estes painéis apresentam menor rigidez aparente do que os produtos da linha PSE e PSR.

A Rockfibras à frente das mudanças e inovações para melhor atende-los. Consultem-nos!

Proteção contra Incêndios: Lã de Rocha Basáltica THERMAX®
em Estruturas Metálicas

por: Attilio Nelson Pacini

1. PROTEÇÃO PASSIVA DE ESTRUTURAS METÁLICAS COM LÃ DE ROCHA BASÁLTICA THERMAX®

A Lã de Rocha THERMAX®, produzida com pedras basálticas, tem sido utilizada no Brasil em portas corta-fogo, anteparas navais e outras aplicações onde se exigem do isolante alta eficiência térmica, resistência a altas temperaturas (superiores a 1.000ºC), leveza e economia.

Na proteção passiva de estruturas metálicas, a Lã de Rocha é largamente utilizada na Europa e E.U.A., devido às características citadas acima e, principalmente, pelo fato de ser rígida. Sendo rígidos e conseqüentemente auto-portantes, os painéis de Lã de Rocha podem envolver os perfis metálicos na forma de caixas (ver croquis 1). O espaço de ar assim criado melhora o isolamento, o que se traduz em menores espessuras do que se o isolante acompanhasse o contorno do perfil. Adicionalmente, os painéis de Lã de Rocha podem ser fornecidos com revestimentos decorativos, dispensando a utilização de forros falsos sob os perfis.

(Croquis 1)

Características
  • Disposição das Fibras:
    As fibras da Lã de Rocha Basáltica THERMAX® são dispostas de forma aleatória (não direcional), o que permite que os painéis sejam recortados sem perder a estruturação original (fibras dispostas em camadas, ao serem recortadas perdem a estruturação, com grandes perdas durante a montagem). Além disso, os painéis podem ser curvados e comprimidos durante a montagem, sem quebras.
  • Comportamento ao Fogo:
    A Lã de Rocha THERMAX® funde a temperaturas superiores a 1.200°C, e não propaga chama em nenhuma situação, mesmo quando submetida aos ensaios mais rigorosos, como por exemplo quando colocada em uma mufla a temperaturas superiores a 1.000°C.
  • Absorção de Umidade:
    A Lã de Rocha Basáltica THERMAX® não absorve umidade do ambiente. Com relação a exposição à água na forma líquida, pode-se dizer que o produto é repelente, em razão dos aditivos adicionados ao produto.
  • Absorção Acústica:
    Quando aplicada em forma de caixa e dispensando a utilização de forros falsos, os painéis de Lã de Rocha podem ser fornecidos com um revestimento decorativo e ao mesmo tempo, permeável ao som (tecido por exemplo), de forma a aproveitar a excepcional performance acústica do produto.

    Espessura

    NRC

    2"

    0,752

    4"

    1,070

    Obs.: NRC = Noise Reduction Coeficient = média aritmética da absorção acústica das frequências de 250, 500, 1.000 e 2.000 Hertz.

  • Economia:
    Talvez esta seja a característica mais marcante do produto, devido a grande facilidade de aplicação e conseqüente redução de mão de obra.
Determinação da espessura necessária
  • Cálculo do fator de forma:
    O fator de forma (FF) no sistema tipo Caixa é definido pela relação entre o menor perímetro de penetração do calor (P) e a área da seção do perfil (S).
    Perfil
    Colunas  
    Vigas  
2. PEM® - THERMAX®

Veja o catálogo 

3. Carta de Cobertura para os Painéis PEM®
4. Esquema de Fixação dos Painéis PEM® aos Perfis

A montagem deverá ser feita por profissionais especializados, acompanhando os planos de testes indicados pela Rockfibras. De uma maneira geral, pode-se dizer que os painéis "PEM" são empalados a pinos de aço, previamente fixados aos perfis. Alternativamente, a fixação pode ser feita com pinos de travamento sem soldagem aos perfis.


 

Para mais informações sobre este e outros produtos Rockfibras, veja: Produtos em Lã de Rocha THERMAX®

A OMS - Organização Mundial de Saúde, através da IARC - Agência Internacional para a Pesquisa do Câncer - define que as fibras de lã de rocha respeitam sua saúde

1. Introdução

A Agência Internacional para a Pesquisa sobre Câncer (IARC - International Agency for Research on Cancer), sediada em Lyon (França), é um órgão da Organização Mundial de Saúde (OMS/WHO), subordinado à Organização das Nações Unidas (ONU/UN). A missão da IARC é coordenar e conduzir pesquisas sobre as causas do câncer humano, sobre os mecanismos da carcinogênese e também desenvolver estratégias para controle do câncer.

2. Pesquisas recentes sobre fibras

Um grupo formado por 19 especialistas originários de 11 diferentes países, reavaliou os riscos carcinogênicos pela inalação de fibras vítreas produzidas industrialmente. A conclusão das pesquisas em 2001, levou a Agência (IARC) a classificar a lã de rocha no Grupo 3 - Não classificável como cancerígeno para os seres humanos ("not classifiable as to their carcinogenicity to humans - Group 3").

A IARC enfatiza que: "Fibras vítreas produzidas industrialmente na forma de lãs, são largamente empregadas no isolamento termo-acústico e em diversos produtos manufaturados, na Europa e América do Norte. Estes materiais (lã de rocha) são utilizados há décadas e têm sido profundamente estudados para verificar se as fibras apresentam risco de câncer ao serem inaladas. Estudos epidemiológicos desenvolvidos ao longo dos últimos 15 anos, desde a anterior avaliação destas fibras em 1988, demonstram que não existe maior risco de câncer pulmonar ou mesotelioma (câncer nas membranas internas) devido à exposição ocupacional ou inalação durante a fabricação, instalação ou remoção da lã de rocha."

3. Conclusões

A reavaliação da IARC confirma a confiança da Rockfibras na segurança de seus produtos que, quando utilizados com critério e conforme os métodos de instalação adequados, trazem enormes vantagens à economia do país e ao meio ambiente, além de proporcionar conforto e proteção termo-acústica aos seus usuários.


Para maiores informações, consulte o relatório original no site da IARC, em: https://publications.iarc.fr/99

Comparativo entre eficiência de:
sistemas isolantes térmicos convencionais e sistemas refletivos

por: Attilio Nelson Pacini

1. Introdução

Ultimamente, temos sido consultados por inúmeros engenheiros, consultores e clientes sobre um novo tipo de material disponível no mercado, denominado isolamento refletivo.

Consiste basicamente de uma película polida (geralmente aluminizada) com baixa emissividade e que, aplicada sob telhados, proporciona alguma redução na transmissão de calor.

Não desejamos questionar o conceito de isolamento refletivo, pois este é por demais conhecido em algumas aplicações especiais.

No entanto, por se tratar de assunto técnico muito específico, julgamo-nos na obrigação de fornecer ao mercado algumas informações para que os interessados possam analisar e comparar convenientemente os diversos sistemas isolantes.

Alguns fornecedores dessas películas refletivas, talvez por desconhecimento técnico, apresentam argumentos de venda e prometem resultados totalmente falsos, sem nenhum embasamento técnico. .Alguns chegam a fazer demonstrações com lâmpadas apontadas para o material refletivo , induzindo o cliente a acreditar que não há passagem de calor , pois a superfície não exposta se mantém fria . Qualquer equipamento montado com um sistema de isolamento convencional teria o mesmo efeito . Porém , por uma questão de ética ,devemos dizer que a superfície não exposta somente permaneceria fria enquanto o sistema não entrar em "regime permanente ". Isto significa que essas demonstrações só funcionam porque se trata de uma demonstração em "regime transitório".

Para efeito de comparação entre dois sistemas isolantes , quer estejam eles submetidos a regimes permanentes ou transitórios , só existe uma maneira : comparar a "resistência térmica" ( R ) desses sistemas isolantes . No item 2 dêste trabalho , entraremos em detalhes de cálculo . No momento , queremos deixar claro que o cálculo do R dos isolantes convencionais é muito simples e seguro , pois é feito a partir de uma característica de cada isolante conhecida como coeficiente de condutividade térmica , valor medido em laboratório com grande precisão .

O primeiro conceito que desejamos transmitir neste relatório é o seguinte:

Os isolantes convencionais, como por exemplo as fibras minerais, constituem sistemas isolantes por si só, pois a sua resistência térmica não varia em função do método construtivo e se mantem indefinidamente mesmo sem manutenção. Os "refletivos" somente são parcialmente isolantes, se associados a um sistema, com câmara de ar parado, adequadamente projetados e aplicados, além de uma permanente manutenção.(ver item 4)

Torna-se, pois, muito importante, entender o conceito de resistência térmica (R), pois em qualquer sistema isolante, o mais eficiente é sempre aquele que possui o maior valor de R.

Como se verá a seguir, os refletivos jamais conseguem alcançar os mesmos valores de R dos isolantes convencionais, particularmente os compostos por fibras minerais.

2. Resistência térmica:

O conceito de isolamento térmico pode ser melhor compreendido fazendo-se uma analogia com os conceitos de eletricidade: quanto maior a resistência elétrica, menor será a intensidade da corrente. Na isolação térmica, quanto maior a resistência fornecida pelo sistema isolante (resistência térmica), menor será a transmissão de calor

A resistência térmica global de um sistema é a soma das resistências térmicas parciais dos elementos que compõem o sistema.

2.1. A resistência térmica dos elementos é obtida através da formula:

(1) Re = e / k

onde: Re = resistência térmica - (m².°C) / W

e = espessura do elemento - m

k = coeficiente de condutividade térmica do elemento - W/m°C

2.2. Resistência térmica da câmara de ar é obtida da seguinte tabela:

Superfície da câmara de ar

Espessura da câmara de ar
e (mm)

Resistência térmica
(m².°C)/W
Fluxo de calor descendente

Superfície refletora
E < 0,2
(isolante refletivo)

10£ e£ 20
20< e £ 50
e > 50

0,29
0,43
0,61

Superfície não-refletora
E> 0,8
(isolante não-refletivo)

10£ e £ 20
20< e £ 50
e > 50

0,15
0,18
0,21

2.3. Resistências térmicas superficiais: variam de acordo com vários fatores, tais como: emissividade das superficies, velocidade do ar sobre a superfície e temperaturas da superfície do ar e superfícies próximas.A tabela abaixo apresenta valores médios recomendados. Observar que existem dois tipos de resistências superficiais: externa e interna.

Orientação do fluxo de calor

Resist.superficial interna
Rsi - (m².°C)/W

Resist.superficial externa
Rse - (m².°C)/W

Ý ascendente

Þ horizontal

ß descendente

0,10

0,13

0,17

0,04

0,04

0,04

Para a construção civil, adota-se a seguinte fórmula para utilização em coberturas:

(2)

Rt = Rse + Rtelha + Rar + Risol + Rsi

3. Exemplo de cálculo de resistência térmica

Dados: espessura da telha = 0,008 m ( 8 mm )

Ktelha = 0,65 W/m°C

K lã mineral = 0,033 W/m° C

Utilizando-se a fórmula 2 e as tabelas do item 2, temos:

3.1.Telhado com telhas de fibro-cimento sem isolamento, fluxo de calor descendente.

Rt = Rse + Rtelha + Rar + Risol + Rsi => Rt = 0,04 + ( 0,008 / 0,65 ) + 0 + 0 + 0,17 =>

Rt = 0,222 (m².°C)/W

3.2.Telhado com telhas de fibro-cimento e forro isolante de fibra mineral (espessura 25 mm), formando uma câmara de ar maior que 50 mm, fluxo de calor descendente .

Rt = Rse + Rtelha + Rar + Risol + Rsi => Rt = 0,04 + ( 0,008 / 0,65 ) + 0,21 + ( 0,025 /0,033 ) + 0,17

Rt = 1,19 (m².°C)/W

3.3.Telhado com telha de fibrocimento utilizando isolamento refletivo aplicado sob a telha, deixando uma câmara de ar 30 mm , fluxo de calor descendente .

Rt = Rse + Rtelha + Rar + Risol. + Rsi => Rt = 0,04 +( 0,008 / 0,65 ) + 0,43 + 0 + 0,17

Rt = 0,652 (m².°C)/W

Ou seja, o isolamento convencional com fibras minerais (item 3.2.), é 82,5% mais eficiente que o isolamento refletivo (item 3.3.).

4. Considerações Gerais

É necessário salientar ainda, que o cálculo do item 3.3. só é válido em condições ideais:

Para que um sistema de isolamento refletivo seja eficiente, deverão ser obedecidas as seguintes condições:

a.) a emissividade da superfície deve der controlada (o que é evidentemente impossível na prática).

b.) a superfície deverá sempre permanecer limpa, sem pó, gordura ou água de condensação, ou seja, qualquer alteração na superficie original causará um aumento significativo da emissividade, diminuindo o poder de isolação.

c.) a performance de um sistema de isolamento refletivo depende da existência de uma câmara com ar totalmente parado.

d.) quaisquer danos , tais como rasgos e furos, resultarão na perda de performance do isolamento refletivo.

e.) o isolamento refletivo não é recomendado para ambientes corrosivos.

5. Conclusão

Como vimos, raramente todas as condições ideais de reflexão serão obtidas na prática. Isto significa que nos refletivos, o valor real de Rt sempre será menor que 0,652 (m².°C)/W (ver item 3.3).

No caso de isolamento convencional, o valor de Rt permanecerá ao longo do tempo, 1,19 (m².°C)/W.

Comparativamente, podemos afirmar que o sistema convencional é, no mínimo, 82,5% mais eficiente que o refletivo. (1,19/0,652), mesmo sem levar em conta a redução da eficiência deste ultimo com o tempo.

6. Bibliografia

- Norma ASTM C 727 - 90 - Standard Practice for use and Installations of Reflective Insulation in Building Construction.

Projeto de Norma Brasileira para o Conforto Ambiental - COBRACON (em elaboração pela UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina).

7. Nota:

Após a elaboração deste trabalho, tivemos acesso ao documento da NAIMA-North American Insulation Manufacturers Association, intitulado "Insulation vs. Radiant Barrier: A Performance Comparison".
As conclusões desse documento são semelhantes às apresentadas acima no presente artigo técnico.
Os interessados poderão solicitar cópia do trabalho, gratuitamente.

Inaugurado o Laboratório da Multibrás em Joinville/SC

esta é a versão Internet do impresso:
ISOLETTER - Rockfibras do Brasil em notícias - maio/99


INAUGURADO LABORATÓRIO DE ACÚSTICA DA MULTIBRÁS, EM JOINVILLE / SC.

Em 18 de novembro de 1998, a Multibrás inaugurou o seu Laboratório de Acústica que atenderá todas as Unidades da empresa na América Latina.

Adequado às normas internacionais e às regulamentações do Programa Nacional de Etiquetagem Sonora (Selo Ruído), ele representa um passo importante da empresa na modernização dos seus processos de desenvolvimento de produtos, oferecendo o que há de mais avançado na tecnologia de medição de ruídos.

"O laboratório está capacitado para atender todos os produtos da Multibrás, com um ganho importante de qualidade. A partir de agora, Joinville será referência nesta área", segundo Emerson Tribuci, gerente do LDAP (Laboratório de Desenvolvimento e Avaliação do Produto).

CARACTERÍSTICAS DO LABORATÓRIO

Construído em uma área de 500 metros quadrados, o Laboratório é equipado com uma câmara semi-anecóica onde as paredes e o teto são revestidos com peças especiais de Lã de Rocha Basáltica THERMAX®, de altíssimo grau de absorção sonora. Com este tipo de ambiente, é possível identificar a origem do ruído nos equipamentos.

A PARTICIPAÇÃO DA ROCKFIBRAS NO PROJETO

Em um verdadeiro trabalho de parceria, as engenharias das duas empresas desenvolveram o projeto de uma forma integrada, levando em conta as necessidades da Multibrás, ou seja: eficiência, durabilidade, facilidade de montagem, disponibilidade para reposições futuras e baixo custo. Para o revestimento da câmara foram necessárias cerca de 2500 peças especiais de absorção sonora, denominadas cunhas anecóicas. São construídas com dimensões e formatos previamente estudados, de maneira a obter altíssima absorção sonora em baixas, médias e altas freqüências.

AS CUNHAS ANECÓICAS

Todas as cunhas foram confeccionadas com o formato da figura 1 e posicionadas conforme a figura 2.

A FIXAÇÃO DAS CUNHAS

Foram utilizados painéis de Lã de Rocha Basáltica THERMAX®, com densidade apropriada para que as cunhas possuam suficiente estruturação e resistência ao manuseio. Todas as cunhas foram inteiramente revestidas com um tecido poroso especial, que não interfere nas características acústicas do produto. Cada uma das cunhas recebeu um dispositivo padronizado, que permite a sua fixação e remoção às paredes e ao teto, através de simples encaixe.

Câmara semi-anecóica da Multibrás, em Joinville.
Junção de duas paredes e teto.
Cunhas anecóicas confeccionadas em Lã de Rocha Basáltica THERMAX®

TESTES ACÚSTICOS

Os testes de absorção sonora foram efetuados no laboratório de acústica do INMETRO, através do método de ensaio ISO 10534-2 - "Determination of Sound Absortion Coeficient and Impedance or Admitance-Part 2-By the Two Microphone Methods".

A seguir são apresentados os resultados obtidos em baixas freqüências, atestando a excepcional performance das cunhas de Lã de Rocha THERMAX®.

Freqüência (Hertz)

63

80

100

µ

0,88

0,97

1,00

µ = coeficiente de absorção sonora.
Obs: Acima de 100 Hertz, a absorção sonora é, para efeitos práticos, igual a 100 % (µ = 1,00 ).